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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Salmos 91
Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará.
Direi do SENHOR: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei.
Porque ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa.
Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas te confiarás; a sua verdade será o teu escudo e broquel.
Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia,
Nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia.
Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti.
Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.
Porque tu, ó SENHOR, és o meu refúgio. No Altíssimo fizeste a tua habitação.
Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.
Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.
Eles te sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces com o teu pé em pedra.
Pisarás o leão e a cobra; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.
Porquanto tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei; pô-lo-ei em retiro alto, porque conheceu o meu nome.
Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; dela o retirarei, e o glorificarei.
Fartá-lo-ei com longura de dias, e lhe mostrarei a minha salvação.


Deus abençoe a todos
Paz

Lucas Fagundes

quarta-feira, 3 de agosto de 2011




 
You And Me
What day is it and in what month
This clock never seemed so alive
I can't keep up
And I can't back down
I've been losing so much time

'Cause it's you and me and all of the people
With nothing to do
Nothing to lose
And it's you and me and all of the people
And I don't know why
I can't keep my eyes off of you

All of the things that I want to say
Just aren't coming out right
I'm tripping in words
You got my head spinning
I don't know where to go from here

'Cause it's you and me and all of the people
With nothing to do
Nothing to prove
And it's you and me and all of the people
And I don't know why
I can't keep my eyes off of you

There's something about you now
I can't quite figure out
Everything she does is beautiful
Everything she does is right

'Cause it's you and me and all of the people
With nothing to do
Nothing to lose
And it's you and me and all of the people
And I don't know why
I can't keep my eyes off of...
You and me and all of the people
With nothing to do
Nothing to prove
And it's you and me and all of the people
And I don't know why
I can't keep my eyes off of you

What day is it
And in what month
This clock never seemed so alive
 
Você e Eu
Que dia é hoje e de que mês?
O relógio nunca pareceu tão vivo
Eu não posso prosseguir
E eu não posso desistir
Tenho perdido tempo demais

Porque somos você e eu e todas as pessoas
Com nada para fazer
Nada para perder
E somos você e eu e todas as pessoas
E eu não sei por quê
Não consigo tirar meus olhos de você

Todas as coisas que quero dizer
Não estão saindo direito
Eu estou tropeçando nas palavras,
Você deixou minha mente girando
Eu não sei pra onde ir daqui

Porque somos você e eu e todas as pessoas
Com nada para fazer
Nada para provar
E somos você e eu e todas as pessoas
E eu não sei por quê
Não consigo tirar meus olhos de você

Existe algo sobre você agora
Que não consigo compreender completamente
Tudo o que ela faz é bonito
Tudo o que ela faz é certo

Porque somos você e eu e todas as pessoas
Com nada para fazer
Nada para perder
E somos você e eu e todas as pessoas
E eu não sei por quê
Não consigo tirar meus olhos de você
Porque somos você e eu e todas as pessoas
Com nada para fazer
Nada para provar
E somos você e eu e todas as pessoas
E eu não sei por quê
Não consigo tirar meus olhos de você

Que dia é
e em que mês
Este relógio nunca pareceu tão vivo!


 



 Lembranças, lamentos e um novo dia!



A vida é boa, bela e difícil. Assim como contraditórios somos todos nós. Ora somos bons, solidários e generosos e em outros momentos deixamos aflorar sentimentos dos quais não nos orgulhamos, fazendo-nos lembrar que a natureza pecaminosa está ali, latente, aparentemente "morta", mas bem viva, pronta a aflorar.


Quando acordamos para a vida cristã, quando somos efetivamente tocados por Deus por intermédio da sua maravilhosa graça, adquirimos a capacidade de enxergar os nossos defeitos e somos então confrontados com os nossos pecados, mesmo os mais íntimos. As nossas máscaras cuidadosamente desenhadas e meticulosamente cultivadas acabam por serem retiradas, instante em que nos deparamos com as nossas verdadeiras feições. E a transformação se inicia, a redesenhar uma nova criatura, a ser reconhecida pelo Eterno como filho adotivo em Cristo Jesus.



Entretanto, a contradição ainda se faz presente em nosso ser, porque, ainda que em processo contínuo de redenção, depois de alcançados pela graça salvadora, continuamos longe da perfeição. Ao invés de andarmos firmes e eretos, caminhamos ainda recalcitrantes, meio que trôpegos, caindo e levantando. Somos lembrados, com isso, que a força não está em nós mesmos, não é inerente ao nosso ser, mas emprestada daquEle que nos criou e depois nos salvou. Estamos no longo processo de reconstrução, cujo Construtor nos redesenha da forma que melhor lhe apraz. O barro vai sendo moldado conforme a vontade do Oleiro.



Em meio à difícil caminhada ganhamos e perdemos. Caímos e nos levantamos. Por vezes cambaleantes, outras novamente firmes. A promessa porém, a certeza maior e mais significativa é que alcançaremos a reta final e não ficaremos caídos pelo caminho. Isto porque somos alimentados pelo amor daquEle que nos salvou, introduzindo -nos esse combustível e alimento a nos impelir para a frente, sempre para frente, sem retroceder jamais...



Ganhamos, ao longo da caminhada, inúmeros irmãos, que se transformam em verdadeiros amigos. E eis que a trilha, antes palmilhada penosamente só, se enche de mais e mais pessoas, em cuja comunhão é possível enxergar a face de Cristo. À sombra do Salvador e por ele embalados entoamos, todos juntos, hinos de louvor e glória, e ação de graças.



Contudo, em algumas dessas vezes, enquanto caminhamos juntos , tentando aprender mais do Eterno, deixamos que a outra sombra se transforme em treva densa e somos eventualmente tragados. Mas a certeza é que seremos ajudados, pois as mãos que nos foram estendidas outrora ainda continuam a se oferecer, em constante auxílio.



É doloroso perder a amizade de irmãos que se transformaram em amigos, porque deixamos aquela sombra tragar a beleza do relacionamento de outrora; a camaradagem erigida em longas e aprazíveis conversas. A má compreensão dos motivos do outro, o ser incompreendido nos próprios motivos; a conversa mal explicada, a convicção duramente afirmada; tudo impelindo para o rompimento. Junto, vem a tristeza e a incapacidade de recuperar algo perdido, porque não é possível identificar o motivo específico a quebrar a confiança e a levar à tristeza e ao distanciamento final.



Resta-nos agora usar a experiência que adquirimos ao longo da caminhada com o Mestre. O novo "ofício" aprendido nos capacita a reconstruir o que foi destruído. Construímos pontes sobre as valas abertas a fim de que o terreno seja religado, fazendo com que o fluxo seja novamente restabelecido. E o fluxo - que corre sob as pontes - é contínuo e calmo, formado por límpidas águas que fluem de um rio. E esse rio é Cristo.



A certeza final e imorredoura é que há tempo para tudo debaixo do sol: tempo para rir e tempo para chorar. Tempo para construir e tempo para reconstruir o que as intempéries destruíram.



Honra e glória a Cristo, e que estejamos aptos a aprender com ele hoje e eternamente.
Fonte:Ricardo Mamedes
Deus abençoe a todos
Paz
Lucas Fagundes

Até onde vai sua fé?







Por Pastor Esli Soares


Fé, sem dúvida é uma palavra da moda. “É preciso ter fé...” tantos dizem. Já outros afirmam que ”sem fé não se chega a lugar nenhum”. Mas a verdade é que ninguém vive sem fé, todos cremos em muitas coisas e em uma quantidade enorme de pessoas e conceitos. Seja na ciência ou mesmo em nossos pais, crer em alguma coisa ou acreditar em certas informações são a base da nossa vida prática. Mas até onde vai a sua fé? O que você está disposto a fazer por aquilo que você crê? Pensando nisto gostaria de refletir sobre três ‘personagens’ na história de Cristo e ver com quem sua fé mais se identifica.



O primeiro personagem é o povo, sempre presente em todas as histórias bíblicas; é o personagem inconstante - hoje quer uma coisa, amanhã exatamente a contrária. No domingo de ramos diz: “bendito o que vem em nome do Senhor!” (Mt 21;9) e na sexta-feira da paixão, eles, porém gritavam: Crucifica-o! Crucifica-o! (Lc 23;21). Num dia estão prontos a fazer de Jesus rei, no outro o esbofeteiam e cospem.


O segundo é Pilatos, o governante da província da Judéia; a Bíblia conta que ele, com medo do tumulto e assustado pela advertência de sua esposa, apenas lavou as mãos — literalmente — e mesmo sabendo que Jesus era inocente o entregou à cruz, atendendo ao pedido do povo, inflamado pelos sacerdotes (Mt 27;24). Ele acreditava em Jesus, mas não tinha compromisso, não se envolveria na causa de Cristo.


O terceiro personagem é Maria, a mãe de Jesus; ela viu tantos milagres como o povo, e obviamente acreditava na inocência de Jesus, como Pilatos, mas diferentemente dos outros dois personagens, mesmo assustada muitas vezes — afinal ela era virgem quando achou-se grávida pelo Espírito Santo (Lc 1;29) — Maria manteve-se firme. Desde a primeira oportunidade sujeitou-se ao filho que também era seu Senhor, reconhecendo que somente pela vontade dele a tristeza por uma festa de casamento mal sucedida podia ser revertida (Jo 2,3). Maria seguiu Jesus de perto por todo o seu ministério, em toda a via crucis e ainda pouco antes de sua morte, ali estava ela junto à cruz (Jo 19;25), atenta, sem medo ou vergonha de ouvi-lo e obedecê-lo.


Em qual desses personagem você se vê? Interessado mas inconstante? Conhecedor, mas descompromissado? Ou servo atento e obediente? Até aonde vai a sua Fé? Um fim de semana? Um susto ou tumulto? Ou ela te leva à cruz, à sua CRUZ?
 
Deus abençoe a todos!
Paz
 
Lucas Fagundes