terça-feira, 2 de agosto de 2011
CRESÇA ATRAVÉS DO JEJUM
Você sabe qual é o valor do jejum na espiritualidade cristã?
O jejum é difícil para quem não compreende o seu significado. Quem não entende direito as circunstâncias e os propósitos do jejum tem enorme dificuldade de praticá-lo. Via de regra, tal pessoa sente muita fome e não tira os olhos do relógio, a fim de ver quanto falta para terminar seu martírio.
Será que alguém pode crescer espiritualmente e agradar ao Senhor com esse tipo de jejum?
A Bíblia explica muito bem qual é a forma correta e a errada de jejuar. As Sagradas Escrituras ensinam que o jejum é uma prática muito valiosa para a espiritualidade cristã. Mas existe uma forma correta e uma errada de jejuar.
Por isso, esse exercício de abstinência pode não ter nenhum valor se estiver fora dos padrões divinos (Isaías 58).
Tem gente que acha que o jejum é uma forma de obrigar Deus atender aos seus pedidos, mas ... Os textos sagrados deixam claro que o Senhor não comercializa suas bênçãos. É inútil usar qualquer artimanha contra o Senhor para convencê-lo a satisfazer nossas vontades. O Pai Celeste não se relaciona com seus filhos através de negociatas (Isaías 58.3 e Mateus 6.7,8).
Tem gente que pensa que jejuar é martirizar-se para agradar a Deus, mas... Deus é um pai amoroso. Ele não deseja nenhuma espécie de prática que cause martírio a Seus filhos para alegrar-se na vida deles (Isaías 58.5). Tem gente que acredita que o jejum, em sim mesmo, é purificador, mas... A crença de que o jejum tem poder de tirar as culpas de seu praticante é falsa. Sem arrependimento e mudança de atitude ninguém é aceito perante a face de Deus. Por essa razão, o Senhor condena o religioso que lhe oferece sacrifícios de jejum enquanto sua vida está cheia de pecados (Isaías 58.1-3).
Tem gente que jejua só para ter aparência de grande espiritualidade, mas... O Senhor rejeita veementemente qualquer coisa que se origine da vaidade humana. Quem jejua para ser superior aos outros pode até iludir a todos com sua máscara de devoto, porém não consegue ocultar de Deus esse grave pecado secreto (Isaías 58.4 e Mateus 6.16-18).
Se o jejum não é um jeito de obrigar Deus a atender aos nossos pedidos; não serve como martírio para agradar a Deus; não é poderoso, em si mesmo, para remoção de pecados; e nem pode exibir aos outros o quanto somos espirituais... então, para que serve o jejum?
O jejum é o gesto através do qual o homem declara sua completa dependência de Deus. Ao se consagrar, em jejum, Cristo não se absteve apenas do alimento físico para buscar a face de Deus. Ele foi além: rejeitou a glória humana, as riquezas materiais e o poder mundano que lhe foram ofertados. Essa atitude expressa que não há nada em todo o Universo que possa nos satisfazer, a não ser a comunhão íntima com o Pai (Mateus 4.1-11).
O verdadeiro jejum é uma atitude espiritual e, não, propriamente física. Apenas deixar de comer não é jejum espiritual. Em nada adianta abster-se das refeições e, por exemplo, assistir a certos programas na televisão. Nesse caso, o corpo fica sem comida enquanto o espírito é contaminado pelo alimento do mundo.
O jejum bíblico é uma prática espiritual em que a pessoa se afasta de tudo, o máximo que pode, para consagrar sua vida inteiramente ao Senhor (Salmos 35.13 e 69.10). Através do jejum, o crente pode ouvir a voz de Deus e conhecer a Sua vontade. Quando alguém se afasta das coisas do mundo e busca ao Senhor em jejum, distancia-se das influências que recebe no cotidiano.
A oração e a leitura bíblica são práticas indispensáveis durante esse período de consagração, pois permitem que o crente estabeleça um diálogo com o Pai. Assim, silenciado para tudo e numa conversa íntima com Deus, o homem pode abrir seu interior e receber as palavras divinas necessárias para direcionar seu caminho (Atos 13.1-3).
O jejum é uma forma de expressão de arrependimento sincero perante Deus. Embora o jejum, em si mesmo, não purifique das transgressões, ele pode ser um gesto conveniente para demonstrar forte arrependimento por causa de um pecado. Em tal situação o homem se humilha perante o Altíssimo e expõe toda a sua fragilidade e fraqueza, suplicando perdão e auxílio divino para romper a cadeia maligna que o domina (Neemias 1.4-7).
O jejum é um meio pelo qual as ansiedades e carências são entregues à Deus. O cristão, no jejum, expõe sua insuficiência para encarar os desafios da vida. Ao fazer isso ele entrega nas mãos do Todo Poderoso os seus problemas e aflições, permitindo que Deus tome conta de tudo e faça o melhor (II Crônicas 20.1-30).
Isso quer dizer que o jejum é um gesto em que declaramos nossa inteira dependência de Deus; é verdadeiro somente como atitude espiritual e, não, física; é um tempo íntimo com o Pai Celeste em que Ele nos revela Sua vontade; é uma maneira de expressarmos nosso arrependimento sincero perante Deus; é uma forma de demonstrarmos nossa total confiança no Senhor.
Agora que você já sabe... cremos que você tem mais convicção e certeza de que, nesses dias de jejum e oração, grandes coisas o Senhor fará na sua vida a na nossa família batista.
Fonte:batistadeponta
Deus abençoe a todos
Paz
Lucas Fagundes
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02/08/2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Fome de Ti
Fome de Ti
Radicais Livres
Composição: Un Destello de Tu Glória (Versão: Pablo Mesquita)Por um momento em Tua presença
Por um instante no Teu amor
Por ver a luz da Tua glória
Por um minuto e nada mais
Tudo eu daria, não importaria
O que tenho que passar
O que tenha que esperar
Tenho fome de Ti
Da tua presença
Da tua fragrância
Do teu poder
Fome de Ti
Que desespera
Por tua glória, Senhor
Por um instante no Teu amor
Por ver a luz da Tua glória
Por um minuto e nada mais
Tudo eu daria, não importaria
O que tenho que passar
O que tenha que esperar
Tenho fome de Ti
Da tua presença
Da tua fragrância
Do teu poder
Fome de Ti
Que desespera
Por tua glória, Senhor
Nossos problemas E Problemas dos outros
Bom dia pessoal,
hoje resolvi escrever algo que senti no coração.
Cheguei no trabalho hoje de manhã, como todos os dias , e abri o site da zero hora pra ler as notícias e li esta notícia....
A face gaúcha da miséria: cidade de Redentora reflete extrema pobreza da população indígena
Confira a segunda da série de reportagens que ZH publica até a edição de terça-feira
Itamar Melo
No segundo dia da série sobre o perfil da indigência no Estado, Zero Hora mostra como, no Rio Grande do Sul, ser índio significa quase o mesmo que ser pobre.
Em 5 de julho, quando o Rio Grande do Sul atravessava a maior onda de frio da década, crianças caingangues de Redentora, no norte do Estado, chegaram à escola descalças e de camiseta. Fazia perto de 0°C, e elas não tinham com o que se agasalhar. As aulas foram suspensas, até a temperatura subir.
Redentora é a cidade gaúcha com maior número de índios. São 4 mil, o equivalente a 39,45% da população local. Redentora abriga também a maior proporção de pessoas em situação de extrema pobreza entre os 496 municípios do Estado.
Passam o mês com menos de R$ 70, critério para definir a miséria, 29,75% dos moradores. A dupla liderança não tem nada de coincidência. No Rio Grande do Sul, ser índio e ser muito pobre é quase a mesma coisa. Conforme dados do Censo 2010, a chance de um indígena estar na miséria é 10 vezes maior do que a de um não-indígena.
— Todos os guaranis se encaixam nesse perfil, com raras exceções. Entre os caingangues, é um pouco menos — afirma João Maurício Farias, assistente-técnico da regional litoral sul da Fundação Nacional do Índio (Funai).
Quando Redentora cancelou as aulas porque as crianças estavam passando frio, a consequência foi que, em vez de congelar na escola, elas foram congelar nas aldeias.
Depois de ler tudo isso comecei a pensar que nós se preocupamos tanto com coisas que não são tão graves e achando que é o fim do mundo para nós. Ficamos tristes, angustiados e deprimidos com problemas que muitas vezes são detalhes que não sabemos como lidar e como corrigir em nossa vida.
Somos muitas vezes egoista só olhando para o nosso próprio nariz e esquecemos que lá fora existe um mundo com muitas imperfeições. Eles precisam da nossa ajuda para se tornarsuas vidas um pouco melhor.
( ontem no culto presenciamos um fato que me fez enxergar que olhamos muitas vezes so para nós e esquecemos dos outros... pois tinha um pessoa com mtos problemas e todos eles gravíssimos, e eu um pouco antes achando que os meus eram graves e que eu estava com problemas, e pedia a Deus que me ajudasse)
Então com tudo isso quis trazer esta mensagem para mostrar o quanto se preocupamos conosco e muitas vezes se esquecemos dos outros.
Estenda sua mão, ajude o próximo, não pense só em si mesmo, faça a diferença e cada dia mais purifique seu coração com a palavra do senhor!
Queridos Deus abençoe a todos
Paz
Lucas Fagundes
hoje resolvi escrever algo que senti no coração.
Cheguei no trabalho hoje de manhã, como todos os dias , e abri o site da zero hora pra ler as notícias e li esta notícia....
A face gaúcha da miséria: cidade de Redentora reflete extrema pobreza da população indígena
Confira a segunda da série de reportagens que ZH publica até a edição de terça-feira
Itamar Melo
No segundo dia da série sobre o perfil da indigência no Estado, Zero Hora mostra como, no Rio Grande do Sul, ser índio significa quase o mesmo que ser pobre.
Em 5 de julho, quando o Rio Grande do Sul atravessava a maior onda de frio da década, crianças caingangues de Redentora, no norte do Estado, chegaram à escola descalças e de camiseta. Fazia perto de 0°C, e elas não tinham com o que se agasalhar. As aulas foram suspensas, até a temperatura subir.
Redentora é a cidade gaúcha com maior número de índios. São 4 mil, o equivalente a 39,45% da população local. Redentora abriga também a maior proporção de pessoas em situação de extrema pobreza entre os 496 municípios do Estado.
Passam o mês com menos de R$ 70, critério para definir a miséria, 29,75% dos moradores. A dupla liderança não tem nada de coincidência. No Rio Grande do Sul, ser índio e ser muito pobre é quase a mesma coisa. Conforme dados do Censo 2010, a chance de um indígena estar na miséria é 10 vezes maior do que a de um não-indígena.
— Todos os guaranis se encaixam nesse perfil, com raras exceções. Entre os caingangues, é um pouco menos — afirma João Maurício Farias, assistente-técnico da regional litoral sul da Fundação Nacional do Índio (Funai).
Quando Redentora cancelou as aulas porque as crianças estavam passando frio, a consequência foi que, em vez de congelar na escola, elas foram congelar nas aldeias.
Depois de ler tudo isso comecei a pensar que nós se preocupamos tanto com coisas que não são tão graves e achando que é o fim do mundo para nós. Ficamos tristes, angustiados e deprimidos com problemas que muitas vezes são detalhes que não sabemos como lidar e como corrigir em nossa vida.
Somos muitas vezes egoista só olhando para o nosso próprio nariz e esquecemos que lá fora existe um mundo com muitas imperfeições. Eles precisam da nossa ajuda para se tornarsuas vidas um pouco melhor.
( ontem no culto presenciamos um fato que me fez enxergar que olhamos muitas vezes so para nós e esquecemos dos outros... pois tinha um pessoa com mtos problemas e todos eles gravíssimos, e eu um pouco antes achando que os meus eram graves e que eu estava com problemas, e pedia a Deus que me ajudasse)
Então com tudo isso quis trazer esta mensagem para mostrar o quanto se preocupamos conosco e muitas vezes se esquecemos dos outros.
Estenda sua mão, ajude o próximo, não pense só em si mesmo, faça a diferença e cada dia mais purifique seu coração com a palavra do senhor!
Queridos Deus abençoe a todos
Paz
Lucas Fagundes
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